Olá meu caro leitor! Neste post de hoje vamos falar um pouquinho mais sobre a Saúde e Segurança do Trabalho (SST) nas obras de construção civil. Para começar, você sabia que a construção civil é um dos setores mais perigosos e com altos índices de acidentes? Trabalhos de escavação, demolição, ferramentas, objetos pesados e atividades em altura já são inerentemente trabalhos perigosos e de alto risco. Os acidentes mais comuns são de queda em altura (de trabalhadores ou objetos) e choques elétricos. E para contornar tudo isto é importantíssimo ter uma equipe de SST capacitada e pronta para não só identificar os riscos das atividades, propondo soluções para mitigá-los, como para treinar todos os profissionais que desempenharão alguma função no local da obra. A Segurança do Trabalho é uma área que vem crescendo e cada vez ganha mais importância nas atividades laborais. Ela traz obviamente, mais segurança à saúde do trabalhador em desempenho de suas funções, mas também reduz o custo das empresas com acidentes e aumenta a produtividade, uma vez que o trabalho seguro leva a menos paradas inesperadas. A base da segurança do trabalho está nas Normas Regulamentadoras (NRs). Elas foram criadas em 1978 pelo Ministério do Trabalho e Emprego com  objetivo de padronizar, fiscalizar e fornecer orientações sobre os procedimentos obrigatórios relacionados a segurança e a medicina do trabalho. Hoje temos ao todo 36 normas regulamentadoras. Existem desde normas gerais, dispondo sobre os profissionais e documentos que as empresas precisam ter assim como normas específicas para algumas atividades, como a NR 35 que dispõe sobre trabalho em altura. Hoje, muito mais que uma norma a ser seguida, a saúde e segurança do trabalho passa a incorporar a filosofia e mentalidade das empresas. E aqui na Alumatel não poderia ser diferente! Nossa equipe de SST está sempre pronta para avaliar cada nova obra, elaborar os documentos necessários (PCMAT, PPRA e PCMSO) e colocar em prática todo tipo de medida para ajudar na segurança, como sinalização, demarcação e isolamento de áreas, emprego de equipamentos de proteção coletiva (EPC), avisos e sinais de segurança, treinamentos e uso dos equipamentos de proteção individual (EPI). Deixe-me detalhar um pouco mais cada passo. Inicialmente é feito um estudo do trabalho a ser desenvolvido, da obra em si e do que será feito, desta forma há como prever as funções de trabalhadores que serão necessárias, os equipamentos a serem utilizados e os riscos previsíveis envolvidos nas atividades. O dono da obra deve elaborar o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção), que deverá conter os riscos associados às atividades de acordo com as etapas da obra, e também as medidas a serem tomadas para eliminar ou minizar estes riscos, como a implementação de equipamentos de proteção coletiva, especificação técnica das proteções empregadas, projeto e layout do canteiro de obras e da área de vivência. Este documento não tem validade definida, ele é válido de acordo com as etapas da obra nele descritos, e deve ser obedecido por todos os colaboradores e empresas que desempenharem alguma atividade naquela obra. O PCMAT deve ainda contemplar as exigências do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), que foca na antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos envolvidos, além de implementar medidas de segurança contra esses riscos, sejam eles físicos, químicos ou biólogicos. É obrigação do empregador informar ao trabalhador os riscos identificados pelo PPRA na função a ser desempenhada e orientá-lo e treiná-lo sobre as formas de minimizar os riscos e prevenir sua saúde. Toda empresa deverá ter seu próprio PPRA e atualizá-lo anualmente, ou seja, ao iniciar uma obra o dono da obra irá elaborar o PCMAT, mas todos os seus contratados deverão apresentar PPRA próprio. Cada empresa deve ter ainda seu PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) que, de acordo com os riscos identificados, estabelecerá medidas de monitoramento e controle da saúde do trabalhador. Em outras palavras, ele irá definir os exames e a periodicidade a que cada trabalhador deverá ser submetido, a fim de monitorar sua saúde e realizar diagnóstico precoce dos agravos à saúde que possam eventualmente surgir, evitando evolução do quadro. Com os documentos prontos já são conhecidos os riscos envolvidos e as formas a serem tomadas para minimizá-los. Deve-se então treinar e capacitar os trabalhadores para que eles realizem suas atividades de forma segura e saibam os riscos envolvidos assim como as medidas a serem tomadas em caso de acidente. Feito isto, basta implantar as medidas de proteção e iniciar as atividades. Em uma obra é muito importante controlar o acesso de pessoas, pois é um ambiente de alto risco, assim como é vital ter sinalização completa, clara e eficiente (quanto melhor sinalizada mais fácil ficará controlar os ambientes de trabalho. Deve-se alertar que é uma região de obras e que exige cuidado, sinalizar o canteiro de obras, a área de vivência, as áreas de manobra, de tráfego de veículos pesados, entrada e saída de caminhões e afins, definir a área de estacionamento dentre outros. Devem ainda ser empregadas sinalizações de lembrete e advertência para lembrar ao trabalhador de sempre usar os EPIs, prezar pela higiêne e etc). Também é de suma importância a conferência diária das máquinas e equipamentos a serem utilizados antes do início do trabalho (através de checklists por exemplo), a fim de evitar que algo defeituoso seja utilizado e possa provocar acidentes. E por fim, apesar de amplamente utilizado, em último caso (mas não menos importante) devem ser usados os EPIs. Os EPIs devem ser usados apenas quando não houver outra forma de se realizar a atividade que não possua riscos, ou seja, devem ser esgotadas as formas de trabalho e o emprego de equipamentos de proteção coletiva e, havendo ainda um risco, emprega-se o EPI para que o trabalhador não seja prejudicado em suas atividades. Ao realizar sua obra a Alumatel irá sempre prezar pela política de "Acidente Zero" e buscar a forma mais segura de te atender bem!
02/03/2020
Você já ouviu falar em terraplenagem? Sabe para que serve, seus objetivos e benefícios? Pois vamos direto ao assunto!   A terraplenagem é um processo de regularização do terreno a ser utilizado em uma construção (seja ela de uma casa, um prédio, uma indústria, uma estrada ou qualquer outro tipo), preparando-o para receber de forma segura aquele lindo projeto! Mas as coisas não são tão simples assim não é mesmo? Primeiramente sempre deve ser feito um estudo topográfico do terreno, isto é,  demarcação e definição de todos os "acidentes" geográficos do terreno, seus declives e aclives. É como traçar o prefil do seu terreno. Desta forma os projetistas saberão prever o que poderá ser construído no terreno da forma que está e o que precisa mudar. Com o estudo topográfico e os projetos já é possível iniciar a terraplenagem em si. Ela começa com a limpeza do terreno, retirando lixos, entulhos, vegetação e até mesmo tocos e raízes de árvores (não se esqueça de avaliar nos órgãos ambientais a forma correta de lidar com a vegetação natural do seu terreno). Com o terreno limpo já podemos começar a retirar terra dos locais mais altos e depositar nos locais baixos, fazendo com que o terreno fique plano. Também há terrenos em que é necessária fazer a drenagem de água, para que ela não prejudique a construção. Parece fácil, mas não podemos simplesmente jogar a terra que tiramos de uma parte e deixar em outra, tudo deve ser retirado nas medidas certas, até porque também podemos ter subidas e descidas propositais. Além disso toda terra deve sofrer a compactação, para que o solo esteja firme e suporte a construção que virá posteriormente sem sofrer alterações. É aqui que entra a importância da topografia e de uma equipe de terraplenagem de qualidade, que saberá executar de forma correta e segura todas estas etapas. Já imaginou sua casa desmoronar simplesmente porque você não deu a devida atenção na preparação correta do terreno? Mas ainda quer entender um pouquinho mais? Vamos lá. Chamamos de aterramento quando é preciso colocar terra em um local baixo; corte quando precisamos retirar a terra de um local. Se o terreno não tem terra suficiente, precisaremos comprar a terra de outro lugar, se o terreno está sobrando, precisamos levá-la a um "bota fora" . A limpeza de vegetação, raízes e tocos é conhecida como destoca ou destocamento. Drenagem é o que é feito para direcionar a água da chuva para locais específicos do terreno, sem que afete a construção. Compactação, como o próprio nome já diz, é utilizada para deixar o solo firme e estável, mas para isso a terra tem de estar com a umidade certa, se não a compactação não será eficiente. Um topógrafo, tendo em mãos o estudo topográfico faz a demarcação de onde cada atividade deve ser feita, assim o restante do pessoal sabe até onde escavar ou elevar um terreno, e etc. Bom, e tudo isto é feito com maquinário especial, as máquinas de terraplenagem, como escavadeiras, tratores de esteira, rolos compactadores e muitos outros. Quer conhecer mais os equipamentos? Veja nossa seção de "Locação" ( https://www.alumatel.com.br/categoria/locacoes-2/p/1 ). Gostou? Não deixe de ver exemplos de tudo isto que falamos em nossa página "Portfólio de Obras" ( https://www.alumatel.com.br/paginas/portfolio-de-obras ). Lá você encontrará imagens e breves descrições, exemplificando tudo que tratamos por aqui. Não esqueça de deixar seu comentário. Tem algum outro tema que gostaria de saber mais? Deixe sua sugestão! Equipe Alumatel.  
14/01/2020
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